Ministro de Minas e Energia visita Estaleiro Atlântico Sul

Publicação: 13/09/2017 | 13:53

Última modificação: 14/09/2017 | 15:09

Crédito: Saulo Cruz / MME

O Ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, visitou nesta segunda (11/09) o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), no Complexo de Suape (PE), em Pernambuco. O ministro teve oportunidade de conhecer o navio petroleiro Abdias do Nascimento, que está concluído e começa a navegar nesta quinta-feira (14/09) pela bandeira da Transpetro.

Durante a visita o ministro assistiu a uma apresentação do presidente do EAS, Harro Burman, sobre as operações do estaleiro e o futuro de suas atividades, que dependem de encomendas de empresas de petróleo brasileiras no curto prazo. Burman expôs ao ministro que, em meio à crise da indústria naval brasileira, o EAS deu um salto de produtividade e qualidade, com a reestruturação de suas operações: reduziu em dois terços seus custos de operação e está em condições de competir com a indústria naval no mercado internacional. Referiu-se à mudança de orientação estratégica da Petrobrás que passou a priorizar a indústria estrangeira nas suas encomendas ao setor.

Os dados apresentados ao ministro indicam que o EAS e as demais empresas do setor são grandes empregadores. Somente o Atlântico Sul mantém três mil empregos diretos e suas atividades movimentam uma importante cadeia de fornecedores e prestadores de serviço, que tem forte impacto na economia Pernambucana.

E recebeu de Burman, a reivindicação para que o MME interceda junto a outras áreas do governo para ter acesso ao Fundo de Marinha Mercante e a crédito do BNDES. Coelho Filho afirmou que é papel do governo poder ajudar.  “Desenvolvemos do zero uma indústria de classe mundial, quem conhece o estaleiro pode ver isso com os próprios olhos, e é papel do governo dar manutenção a essa política de incentivar, não só essa unidade, mas a muitas outras que se instalaram no país e, onde estão instaladas, geram desenvolvimento e riqueza”.

O ministro adiantou que vai articular junto à Casa Civil da Presidência da República para que possam ser feitas algumas ações junto ao setor visando aproximar a indústria naval brasileira das empresas que chegam ao Brasil com a nova abertura no mercado de exploração e produção de petróleo.

“Aproximar essas empresas que não conhecem o que nós temos aqui em Pernambuco, não conhecem essas instalações, para que quando essas encomendas vierem, Pernambuco e o estaleiro possam estar bem posicionados para poder ficar com a parte significativa das encomendas”, concluiu.

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